Hoje eu estava fazendo um orçamento e senti como se estivesse falando com o cara abaixo:

Parabéns ao Scott Adams, ele capturou todo o desgaste.
Hoje eu estava fazendo um orçamento e senti como se estivesse falando com o cara abaixo:

Parabéns ao Scott Adams, ele capturou todo o desgaste.
Não é preciso ler relatórios estatísticos ou olhar a lista de programadores notáveis da Wikipédia para perceber que não existem muitas mulheres envolvidas com computação. Para quem trabalha na área este fato é tão natural que nem vira assunto (exceto quando alguém de fora faz uma piadinha).
Sempre pensei que a escassez de mulheres não fosse um problema só da computação, pois é facil observar que todas as ciências exatas tendem a uma proporção maior de homens. Mas me chamou a atenção o fato de que para a ciência da computação a disparidade está estagnada ou piorando. De acordo com o texto publicado no NYTimes em abril de 2007:
“For decades, undergraduate women have been moving in ever greater numbers into science and engineering departments at American universities. Yet even as they approach or exceed enrollment parity in mathematics, biology and other fields, there is one area in which their presence relative to men is static or even shrinking: computer science.”
Segundo especialistas, o fator social é determinante quando as mulheres não escolhem a computação. Um artigo no ScienceDaily, afirma que mulheres se distanciam das carreiras de ciências e engenharia porque acham que é uma atividade solitária. Complementando, no artigo citado do NYTimes, o cientista Dr. Jan Cuny, afirma que estereótipo nerd é um grande problema.
A discriminação também é apontada como um fator de afastamento. Eu penso que ela se manifesta da mesma maneira que em outras áreas. O que acontece, é que o número pequeno de mulheres trabalhando com computação deve aumentar a sensação de discriminação.
Outro fator, que gerou uma discussão interessante entre Steven Pinker and Elizabeth Spelke de Harvard, é a idéia de que existe uma diferença de aptidões entre os homens e as mulheres. E esse fato determinaria as escolhas diferentes nas áreas de atuação.
Mas como seria se tivéssemos mais mulheres trabalhando com computação? Acredito que os diferentes pontos de vista, a organização e a sensibilidade das mulheres seriam muito benéficos. A partir desta troca, talvez estivéssemos vivendo em uma realidade muito mais rica e competitiva.
Eu proponho uma atitude: ensine programação a uma amiga, namorada, esposa, mãe ou a sua vó. Escolha uma linguagem que você gosta e mostre como é divertido! Será uma experiência muito gratificante para as duas partes. Eu vou começar ensinando Python para a minha namorada. Na pior das hipóteses, ela vai entender melhor o que eu faço.
Ao montar este site descobri que não é simples ter um blog em dois ou mais idiomas utilizando o WordPress. Ele não tem suporte nativo e os plugins e hacks disponíveis não oferecem todos os recursos necessários.
Esperava encontrar algo com as seguintes características:
Mas não me surpreendi quando não encontrei uma solução completa. Já tive o mesmo problema com o Joomla. A pergunta que não quer calar é: por que a comunidade não dá muita atenção para isso?
Na minha busca encontrei os plugins abaixo (com data de atualização e herança):

Mas antes de escolher um, fiz alguns testes para entender como eles armazenam o conteúdo e evitar dores de cabeça em uma futura migração. Os plugins testados guardam as informações das seguintes maneiras:
Dentre eles, eu optei pelo qTranslate porque tem uma interface amigável, código fonte organizado, fórum ativo e pelo parentesco com o Polyglot e com xLanguage. Com isso tenho facilidade para modificar o código e não vou ter problemas se um dia resolver mudar para o xLanguage, por exemplo.
Mas ele tem muitas deficiências, como a impossibilidade de prever posts arquivados, os links permanentes ficam apenas em um idioma, os marcadores de identificação aparecem envolta das categorias e tags no admin, ele não detecta automaticamente o idioma do usuário etc. Apesar disso, resolve bem o problema enquanto não aparecer uma solução melhor.
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Atualizado em 02/10/08:
Minha primeira idéia foi instalar dois blogs separados e manter um deles em um subdomínio. Mas a manutenção de duas bases de código me fez desistir da idéia. O Kelter nos comentários mandou um link bacana para um hack no wp-config.php que permite usar apenas uma instalação do WordPress. Não é uma solução perfeita porque todos os textos do template tem que ficar dentro de arquivos .mo, para cada linguagem haverá cópias das tabelas, os comentários não serão compartilhados etc. Mas é uma boa opção, se comparada aos recursos disponíveis nos plugins
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Plugins citados:
Seguindo a concorrência, a DreamHost lançou este mês uma promoção de hospedagem com transferência e espaço em disco ilimitados para os primeiros 1.111 clientes. À primeira vista, os desatentos podem pensar: “meus problemas de hospedagem acabaram”. Mas como é possível oferecer um serviço com esta quantidade de recursos sem mexer no preço?
Tenho observado desde 2006 um crescimento acelerado na oferta de planos de hospedagem com recursos que deixariam Moore de boca aberta. Veja a evolução do antigo plano de hospedagem “Stricty Business” da DreamHost:

Utilizei um plano da DreamHost como exemplo, mas este padrão se repete. O crescimento da oferta de espaço em disco e limite de transferência é absurda. Mesmo considerando a redução de custos pela escala, compra de equipamentos com maior capacidade e barateamento do tráfego nas telcos, fica claro que se trata apenas de uma jogada de marketing.
Antigamente, para obter um serviço de melhor qualidade, se optava por um provedor que não fazia overselling. Era uma forma de limitar o número de usuários que a empresa de hospedagem colocava em cada servidor. Mas hoje, da maneira como é vendido, parece que é muito vantajoso hospedar sites em uma empresa que vende mais do que pode entregar.
Na verdade, com a promessa recursos ilimitados, os provedores têm liberdade total para definir quantos clientes vão colocar em cada servidor. E em conseqüência os servidores ficam mais lentos e instáveis devido à superlotação. Além disso, o suporte ao usuário fica prejudicado pela falta de pessoal e pela contratação de profissionais desqualificados que não suprem a demanda.
Mas então para que serve um plano sem limites se os sites passam horas offline, com momentos de lentidão e sem suporte técnico eficiente? Ao invés de oferecer este tipo de serviço, seria mais coerente se os provedores informassem claramente qual é a relação recursos/sites com que trabalham, quais são os limites de memória e processos (geralmente escondidos nos TOS) e qual é o uptime e workload de todos os servidores.
Infelizmente Neverland não existe. Os recursos são limitados, custam dinheiro e são poucos os provedores de hospedagem compartilhada que oferecem qualidade e transparência. A melhor alternativa para quem precisa garantia de serviço é migrar para um VPS ou ir direto para uma Cloud. O dinheiro gasto a mais é irrelevante, se comparado ao stress e as perdas geradas por um Nighmarehost.
Quantas vezes você abre a sua conta de e-mail a cada hora? Você consegue ficar um dia sem ler os seus e-mails? Descobri há pouco tempo que o e-mail ganhou tamanha importância no meu dia-a-dia que começarou a atrapalhar a minha produtividade.
Para mim, o principal efeito negativo da obsessão pelo e-mail é a dificuldade de concentração. Com um número infinito de interrupções gerado pela chegada de mensagens “urgentes” ou acompanhadas de links “interessantíssimos”, é difícil manter o foco no trabalho. E na maior parte do dia, o meu trabalho é introspectivo e precisa generosas janelas de tempo.
Para solucionar o problema adotei as seguintes práticas:
Aplicar estas regras exige disciplina, mas estou feliz com os resultados. Afinal de contas, produtividade e a satisfação andam juntas.
Empreendedor e consultor com mais de 10 de experiência no mercado de TI. Atualmente trabalha como freelancer nas áreas de desenvolvimento de sistemas e administração de servidores. Saiba mais