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	<title>Uilton Dutra &#187; Miscelânia</title>
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	<description>Tecnologia com uma pitada de empreendedorismo.</description>
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		<title>Estômago de Um Profeta</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 18:24:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
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		<description><![CDATA[Assisti Um Profeta na semana passada e não pude deixar de relacionar com Estômago. Mas para falar das semelhanças entre os dois filmes, acho mais fácil começar pelas peculiaridades. No filme brasileiro a culinária e o humor gerado espontaneamente pelas diferenças socioculturais das personagens é marcante. Já o filme francês tem um clima mais pesado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti <a title="Filme Um Profeta" href="http://www.sonyclassics.com/aprophet/" target="_blank">Um Profeta</a> na semana passada e não pude deixar de relacionar com <a title="Filme Estômago" href="http://www.estomagoofilme.com.br" target="_blank">Estômago</a>. Mas para falar das semelhanças entre os dois filmes, acho mais fácil começar pelas peculiaridades. No filme brasileiro a culinária e o humor gerado espontaneamente pelas diferenças socioculturais das personagens é marcante. Já o filme francês tem um clima mais pesado, e um dos temas importantes é a interação dos árabes com outras comunidades na frança. O próprio diretor comenta que o filme apesar de ficção, é uma oportunidade de dar espaço para os árabes no cinema francês.</p>
<p>Nos dois filmes os protagonistas perdem a ingenuidade à medida que se submetem a opressão do poder de fato (dinheiro e violência). Nonato (Estômago), depois da desilusão que o colocou na cadeia, começa a entender melhor a realidade a sua volta. Com El Djebena (Um Profeta) parece acontecer o mesmo. Dentro da cadeia, ambos oprimidos por bandidos mais perigosos e influentes, usam suas habilidades para tomar o lugar dos opressores.  A partir daí, não existe mais mocinho e bandido. Você passa a torcer por alguém igual.</p>
<p>E nesse caminho está a beleza dos dois filmes: a perda da ingenuidade. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.</p>
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		<title>Viro pra lá, viro pra cá e o sono não vem</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 04:14:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>

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		<description><![CDATA[Que mundo de extremos! Eu derretendo aqui e os estadunidenses tirando gelo de pá. Vai ver é por isso que não temos Big Foot, o bicho não ia agüentar esse calor infernal. Eu também não agüento, ninguém agüenta. Não se acha mais ar condicionado ou ventilador para comprar, e quando se acha está pelo preço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que mundo de extremos! Eu derretendo aqui e os estadunidenses tirando gelo de pá. Vai ver é por isso que não temos Big Foot, o bicho não ia agüentar esse calor infernal. Eu também não agüento, ninguém agüenta. Não se acha mais ar condicionado ou ventilador para comprar, e quando se acha está pelo preço da morte. O meu circulador de ar gira 24 horas sem muito efeito. Puxa! Se ainda fosse um calor de praia, se tivesse aquele sol, a brisa do mar&#8230; mas não, é só quente e úmido. Aqui em São Paulo quase todos os dias chove bem no fim da tarde. Parece que escolhe a hora certa para ilhar todo mundo saindo do trabalho. O calor não vai embora, mas a água suja fica em vários bairros da cidade.  Viro de novo, sem sono, sem carneirinho, com a boca seca. Vou pegar algo para beber. Sei que a teoria do clima como fator determinante para o subdesenvolvimento é furada, mas como o vivente acorda daqui a algumas horas com energia para começar o dia? Tem que ser muito forte para não fazer corpo mole, que com essa temperatura, não é difícil até para quem dormiu bem a noite. Gostaria de ir embora para Pasárgada. Não preciso ser amigo do rei, a mulher eu já tenho, 20 graus resolveria o problema. Como não posso ir para lá, só me resta hidratar, rolar na cama e esperar.</p>
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		<title>Quadrilha (Carlos Drummond de Andrade)</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 13:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-457" title="Quadrilha (Carlos Drummond de Andrade)" src="http://www.uilton.com/wp-content/uploads/2009/12/quadrilha2.png" alt="quadrilha" width="538" height="583" /></p>
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		<title>Almoço</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 02:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste sábado, depois da chuva da tarde, cheguei ao shopping para almoçar. Alguns lances de escada rolante, a fila costumeira e sentei uma amiga para esperar a comida. Pedimos em um restaurante japonês, ela sushi, eu yakisoba. Após garfadas afoitas (não gosto de hashi nem para fazer pose), olhei para o lado e vi um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste sábado, depois da chuva da tarde, cheguei ao shopping para almoçar. Alguns lances de escada rolante, a fila costumeira e sentei uma amiga para esperar a comida. Pedimos em um restaurante japonês, ela sushi, eu yakisoba. Após garfadas afoitas (não gosto de hashi nem para fazer pose), olhei para o lado e vi um dekassegui comendo casquinha de siri. Então olhei para o outro lado e dois homens morenos falando espanhol latino-americano tomavam miso shiru. Na minha frente por cima do ombro da minha companheira percebi uma moça com traços orientais devorando um BigMac. E nós, que não temos nada de oriental, “lambemos o prato” e voltamos para casa. Mas fiquei por algum tempo deslumbrado com essa simples mistura. Coisa de menino do interior, virtude dessa cidade cosmopolita.</p>
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		<title>Apenas mais um</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 02:10:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Do lado direito da via indicada corre o jovem pueril. E a noite sonha com os louros as moças mas não com o futuro. Não precisa. É apenas mais um.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do lado direito<br />
da via indicada<br />
corre o jovem pueril.</p>
<p>E a noite sonha<br />
com os louros<br />
as moças<br />
mas não com o futuro.</p>
<p>Não precisa.<br />
É apenas<br />
mais um.</p>
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		<title>No meio do caminho</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 03:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[No meio do caminho não tinha nada Não tinha nada no meio do caminho Não tinha nada No meio do caminho não tinha nada. Nunca me esquecerei deste dia que mudou minha vida tão fatigada. Nunca me esquecerei que no meio do caminho não tinha nada não tinha nada no meio do caminho no meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meio do caminho não tinha nada<br />
Não tinha nada no meio do caminho<br />
Não tinha nada<br />
No meio do caminho não tinha nada.</p>
<p>Nunca me esquecerei deste dia<br />
que mudou minha vida tão fatigada.<br />
Nunca me esquecerei que no meio do caminho<br />
não tinha nada<br />
não tinha nada no meio do caminho<br />
no meio do caminho não tinha nada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Homem Moderno</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 04:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Escapa-me o ócio, mesmo quando ao sábado à tarde sou deparado com duas opções: ligar a televisão ou tirar uma “ciesta”. Do sofá, não tenho forças para levantar. Minha cabeça que durante a semana foi bombardeada por informações vazias, hoje, mais do que nunca, se recusa a pensar. No tédio me pergunto: para onde foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escapa-me o ócio, mesmo quando ao sábado à tarde sou deparado com duas opções: ligar a televisão ou tirar uma “ciesta”. Do sofá, não tenho forças para levantar. Minha cabeça que durante a semana foi bombardeada por informações vazias, hoje, mais do que nunca, se recusa a pensar.</p>
<p>No tédio me pergunto: para onde foram aquelas tardes onde escrevi os primeiros poemas? Cadê a motivação para desbravar o desconhecido, seja dentro de mim, ou nas explicações físicas para a as leis do cosmos?</p>
<p>As respostas não vêm. Como poderiam vir? Nem mesmo me reconheço, desapareci.  Estou hipnotizado pela rotina dos dias, perdido em alguma esquina. Mas respiro! Gordo e viscoso o sangue ainda corre em minhas veias!</p>
<p>Ah! E tenho amigos, muitos amigos. Só no Orkut são mais de 200, se contar as pessoas que conheço fora da Internet, já perdi as contas. Só estou sozinho porque na minha agenda apertada não consigo cultivar afeto e cumplicidade.</p>
<p>Não, não estou triste. Também já faz algum tempo que não me sinto alegre. Mesmo sem partes em metal, sou quase robô. A alma que tanto a igreja lutou para conquistar, aos poucos se vai com a minha humanidade. No meio do concreto armado, da fumaça e permeado pela mais avançada tecnologia, renasço.</p>
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		<title>Eu sou o problema</title>
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		<pubDate>Sat, 31 May 2008 23:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rascunho]]></category>

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		<description><![CDATA[Julia abre os olhos em uma manhã fria de maio. No quarto bagunçado a luz entra pelas frestas da cortina entreaberta. A vontade era de ficar ali imóvel, no máximo se esconder da luz e do som que começava a ecoar de uma obra nas redondezas. Entretanto o sono já se foi. Alguns minutos se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Julia abre os olhos em uma manhã fria de maio. No quarto bagunçado a luz entra pelas frestas da cortina entreaberta. A vontade era de ficar ali imóvel, no máximo se esconder da luz e do som que começava a ecoar de uma obra nas redondezas. Entretanto o sono já se foi. Alguns minutos se passam e com pensamentos negativos ela foge para o chuveiro.</p>
<p>Uma conversa no dia anterior a havia deixado arrasada. Roberta, a sua chefe imediata, apontou falhas no seu trabalho.<em> Você não revisou o material antes da publicação? Os dados dos gráficos estão incorretos.</em> Julia, sem reação, timidamente pediu desculpas e voltou aos afazeres. Havia confiado nos dados contabilizados por Renata, mas assumiu completamente a culpa.</p>
<p>Depois do ocorrido, a cada minuto sentia mais revolta. Não por ter confiado nos dados fornecidos pela colega ou por ter falhado na revisão. Estava com raiva de si porque ficou inerte perante a chefe. Durante horas imaginou inúmeras justificativas e a forma eloqüente com que poderia ter se defendido. Mas no fim, se convenceu de que o problema era com ela.</p>
<p>Com a água caindo sobre rosto queria esquecer o que havia acontecido. Precisava sentir confiança para começar um novo dia. Pegou o sabonete e começou a passar pelo corpo sensível ao contraste de temperatura. Foram quarenta minutos entre sabonete, xampu e óleo hidratante; até que ao olhar as mãos enrugadas decidiu enfrentar o frio e sair.</p>
<p>Enjoada de pão francês e café com leite foi para o trabalho sem desjejum. Chegando lá sentiu fome e mandou vir da padaria do seu Joaquim um pão de queijo e um croissant com recheio de goiaba. Comeu bebendo chá e voltou ao computador. Leu os e-mails, as notícias do dia e se sentiu melhor. Percebeu que o dia já havia começado e tudo estava aparentemente bem.</p>
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		<title>Um julgamento justo?</title>
		<link>http://www.uilton.com/um-julgamento-justo-caso-isabela-18</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 23:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[O caso Isabela, esgotado pela mídia, mas que ainda é assunto de informes urgentes e matérias especiais, me lembra a canção “Gallows Pole”. Crimes hediondos de qualquer gênero incitam na sociedade um sentimento natural de retaliação. Quando o atentado é contra a integridade física e ou emocional de crianças a situação é agravada. Assim, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-380" title="tombgallowsat3" src="http://www.uilton.com/wp-content/uploads/2008/05/tombgallowsat3.jpg" alt="tombgallowsat3" width="240" height="161" />O caso Isabela, esgotado pela mídia, mas que ainda é assunto de informes urgentes e matérias especiais, me lembra a canção “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Maid_Freed_from_the_Gallows">Gallows Pole</a>”.</p>
<p>Crimes hediondos de qualquer gênero incitam na sociedade um sentimento natural de retaliação. Quando o atentado é contra a integridade física e ou emocional de crianças a situação é agravada. Assim, para evitar julgamentos emocionais precipitados foram criadas as leis e o poder judiciário. Este, tem como responsabilidade apurar os fatos e julgar de forma imparcial os processos, sem a interferência de interesses particulares ou do clamor popular.</p>
<p>Com toda exposição gerada pela mídia e promovida pelas autoridades, questiono se o poder público conseguirá lidar com a pressão. Pois, a sociedade requer uma resposta rápida e os que proferiram acusações nos meios de comunicação temem as conseqüências de suas palavras caso a condenação não aconteça.</p>
<p>Gostaria de saber se existe mais de um desfecho para esta história ou se as cartas já estão marcadas. Infelizmente a resposta é incerta e o sentimento que fica é o da música cantada pelo Led Zeppelin: <em>Muitos vêm para assistir ao enforcamento, ninguém para salvar o enforcado e mesmo com a chegada da verdade que pode salva-lo, o algoz executa com satisfação a sentença.</em></p>
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		<title>No espaço que não existia</title>
		<link>http://www.uilton.com/poema-no-espaco-que-nao-existia-10</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Jan 2008 00:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uilton</dc:creator>
				<category><![CDATA[Miscelânia]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[No espaço que não existia aparece um buraco Mas a fenda aberta não posso fechar Distante está a peça, engrenagem que me faz andar No espaço que não existia aparece um suspiro Mas o gemido ecoado não posso abafar Distante está o beijo, toque que me faz calar No espaço que não existia eu desapareço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No espaço que não existia aparece um buraco<br />
Mas a fenda aberta não posso fechar<br />
Distante está a peça, engrenagem que me faz andar</p>
<p>No espaço que não existia aparece um suspiro<br />
Mas o gemido ecoado não posso abafar<br />
Distante está o beijo, toque que me faz calar</p>
<p>No espaço que não existia eu desapareço<br />
Meus pensamentos soltos já não posso controlar<br />
Distante está a musa, ser que me faz cantar</p>
]]></content:encoded>
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